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Identificando o que detona o pino da compulsão

terça-feira, 31 de maio de 2016




Eu já acordei pilhada porque a vida não espera...
E com a cabeça no resultado dos exames de sangue onde várias coisas são por causa do meu nervosismo...
A gente fica ansiosa, aflita, e angustiada e uma enxurrada de pensamentos tumultua a mente e o coração...
Já estou conseguindo devagar, a identificar, quando meus pensamentos vão me desequilibrar, então eu paro tudo e vou me equilibrar emocionalmente

Não é fácil,mas já me controlo muito mais, por isso os momentos de compulsão alimentar tem sido menores, sim eu tenho ainda, mas muito menores.

nada de comer o nervosismo

segunda-feira, 30 de maio de 2016




O estresse nos faz comer mais, isso é um fato. E mesmo que você coma de forma saudável e faça exercícios, ficar estressado pode fazê-lo parar de perder peso.
O que acontece é o seguinte: seu corpo responde a todas as formas de estresse – físico ou psicológico – da mesma maneira. Então, após um dia estressante, seu cérebro age como se algum perigo estivesse rondando você e instrui as células a liberar hormônios, como a adrenalina, que indica ao organismo que libere energia para o caso de uma fuga súbita, que pode ser iminente (um mecanismo importante durante o processo evolutivo).
Ao mesmo tempo, o cortisol – o hormônio do estresse – indica ao corpo que é preciso repor energias mesmo que você não a tenha gastado completamente durante esse estado de alerta (novamente, seu organismo reage se preparando para o pior). Isso faz que você tenha fome, muita fome. E adivinhe: seu corpo continua bombeando o cortisol enquanto a situação de estresse continua. Enquanto você estiver estressado sua atitude continuará sendo a de um ser faminto que deve comer tudo no seu caminho enquanto o “tigre-dentes-de-sabre” não ataca (ou seja lá qual o perigo que seu cérebro desencavou da sua história evolutiva).
Claro que o mais interessante seria que seu cérebro indicasse ao seu corpo que ele deveria comer todas as cenouras disponíveis, mas não é o que acontece. Em vez disso, o organismo indica a necessidade de doces e comidas altamente calóricas que, além de ricas em energia, aliviam um pouco a tensão. E se alivia a tensão (e, portanto, dá certo prazer) você pode se viciar nessa forma de alimentação, então toda vez que você se estressa seu corpo pede por mais doces e comidas calóricas.
Agora a segunda – e terrível – parte: enquanto suas glândulas adrenais liberam cortisol, a testosterona – que ajuda a construir os músculos – diminui seus níveis. Com o tempo isso leva à diminuição de tecido muscular e você queima cada vez menos calorias (pois músculos consomem energia).
Isso aconteceria naturalmente durante o processo de envelhecimento, mas os picos de cortisol nos momentos de estresse aceleram o processo. O cortisol também faz com que seu corpo acumule gordura, principalmente a chamada “gordura visceral”, que é especialmente perigosa, pois fica ao redor dos órgãos do corpo e liberam ácidos graxos diretamente no seu sangue, aumentando os níveis de colesterol e os níveis de insulina, elevando também o risco para doenças do coração e diabete.
Claro que entrar em um processo de ansiedade não é algo que você tem muito controle (se fosse assim, as pessoas poderiam simplesmente “escolher” não se estressar). Mas algumas coisas podem ser feitas para diminuir o impacto do estresse diário na sua saúde, assim você pode manter seus níveis de cortisol em estágios menos perigosos e parar de acumular energia desnecessariamente: exercícios, comer devagar, não fazer dietas restritivas, diminuir o consumo de cafeína e fazer algo para dormir melhor são algumas dicas.



Eu quero e preciso

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Não adianta ficar desesperada pra eliminar peso...=_= Não adianta entrar em pânico, vamos tentar  fazer tudo direito de novo.

Como a depressão e o estresse engordam

segunda-feira, 2 de maio de 2016


Efeito colateral: a obesidade pode causar 
diabetes, infarto e derrame
Foto: Getty Images
Há dias em que o mundo parece que vai desabar na nossa cabeça. Então, precisamos comer um chocolate, como se o nervoso fosse passar com o doce. 

Mas cuidado. Segundo uma pesquisa da Austrália, as mulheres estão engordando por causa do estresse. Anete Hannud Abdo, endocrinologista do Programa de Atendimento ao Obeso, do Hospital das Clínicas de São Paulo, afirma que o estressado pode engordar mesmo de boca fechada. 

"A tensão contínua faz o organismo liberar mais adrenalina e cortisona, dois hormônios responsáveis pela obesidade", diz. Em alguns casos, a médica recomenda buscar ajuda psicológica para mudar essa situação.
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Por que comemos mais quando estamos tensas?

O estresse faz com que o cérebro receba uma mensagem de ameaça. Por isso, aumenta a produção dos hormônios adrenalina e cortisona, que diminuem a queima de calorias. O cortisol desregula o controle de apetite e acelera a multiplicação das células de gordura! Quando a ameaça acaba, nosso corpo pede uma "recompensa". Aí, pra piorar, entra em cena o chocolate, o sorvete...

3 estratégias para vencer o estresse que engorda

1. Coma devagar e mastigue bem a comida antes de engolir. A pressa pode até transformar seu estresse em gastrite. Olha o perigo! 

2. Se você acha que não está dando conta da pressão e desconta na comida, procure apoio psicológico. "Terapia e até antidepressivos moderados podem ajudar", diz Anete. 

3. Faça atividades diferentes. Troque a TV e as guloseimas por uma caminhada.

Sinais de alerta

Segundo especialistas do Instituto de Endocrinologia e Diabetes do Rio de Janeiro, os sintomas abaixo são característicos da obesidade provocada por estresse: 

- Gordura mais concentrada na região do abdome, coxas e braços. 
- Depressão. 
- Fome compulsiva à noite. 
- Aumento de peso resultante de algum trauma, como separação, morte de parente próximo, desemprego. 



Love my body

domingo, 27 de março de 2016

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Sim, ame-se, mas sim, cuide-se!
Cuide da sua cabeça. das suas emoções, da sua saúde e vá viver a vida!

Controle a fome da sua cabeça

quarta-feira, 23 de março de 2016

Todo mundo alguma vez na vida já comeu sem estar com fome. Seja para se recompensar depois de um dia estressante (“hoje eu mereço”), para não colocar fora uma comida ou simplesmente para afogar as mágoas numa panela de brigadeiro. O que diferencia as pessoas que conseguem se controlar e os compulsivos é a intensidade e a quantidade de vezes que esses episódios acontecem.

As pessoas que tem compulsão inconscientemente tentam preencher com comida as frustrações, a ansiedade e o stress… e acabam presas num ciclo nada saudável: os problemas continuam lá e ganhamos mais um: a culpa.

O importante é aprender a diferenciar quando o corpo está pedindo comida e quando as emoções estão com 'fome".



magraemergente.com me ajuda muito!



Que tipo de comedor você é

sábado, 12 de março de 2016



1) Comedor INSTINTIVO: é quando a pessoa come quando tem fome e que param de comer quando já estão saciados. Porém, várias influências colaboram para que aprendamos a ignorar os sinais de fome e saciedade. Alguns pais e familiares forçam a criança a comer mais do que deve ou precisa. Também aprendemos ao longo da vida a comer em resposta ao ambiente ou às emoções.

2) Comedor COMPULSIVO: é a pessoa que come além do seu limite. Ela nem sempre come pela fome e sim, por tristeza, ansiedade, estresse, alegria...Os comedores compulsivos tem preferência por alimentos açucarados ou gordurosos e não necessariamente por alimentos que irão nutrir o organismo. Geralmente a ingestão dos alimentos é rápido, automatizado e sem controle.

3) Comedor RESTRITIVO: aqui falamos de pessoas que mantém o peso as custas de muitas restrições. Regras ditadas pela própria pessoa ou por algum profissional de saúde podem guiar o indivíduo, que pode se sentir culpado ao sair da dieta. Outros tendem a fazer mais e mais atividades físicas afim de compensar o excesso de alimentos. Esta pessoa é o contrário do compulsivo, pois é extremamente controladora. Por isto, é comum em pessoas que fazem dietas alternarem compulsão e restrição.

É importante aprender a comer de forma instintiva, como as crianças costumam ser, sendo quase impossível faze-las comer quando não tem fome e acalmá-las quando estão com fome. Pergunte-se HOJE antes de devorar o pão, bolo, o fastfood, o brigadeiro: "Estou com fome?" Esta pergunta é mais importante do que contar calorias, gramas ou pontos. Escolher bem os alimentos e se exercitar de forma moderada é importante para o adequado funcionamento do organismo, para a manutenção da massa muscular e para o perfeito metabolismo, porém sem aprender a ouvir o corpo entramos em um ciclo vicioso que não favorece a saúde. Ame seu corpo, consuma alimentos que favoreçam seu funcionamento, saúde e beleza,



Fonte: magraemergente.com

Cresce, amadurece e emagrece!

quinta-feira, 3 de março de 2016
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Não adianta colocar a culpa em ninguém!
Não adianta ficar adiando, se voce quer resultados, precisa pegar pesado!
Precisa encarar o espelho e não fugir dele, que é o que eu estava fazendo!
Não adianta querer que o mundo entre na reeducação alimentar com você!
Não adianta querer que alguém pegue na sua mão e te acalme, quando vem a vontade louca de devorar uma panela de brigadeiro!
Tenho percebido que meu emagrecimento é um caminho que vai definir minha maturidade também, porque sempre fiz as coias dependendo das pessoas!
Agora liga o F.
Vai em frente!
Cresce e emagrece!


Tarefa 32 - Elimine a alimentação emocional

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


Absolutamente, aqui está a diferença de fome física e fome psicológica...todas as pessoas com problemas de peso comem por razões emocionais,ou seja, comem sem sentir fome, apenas por prazer!

Comem quando estão tristes ou ansiosos, quando se sentem sobrecarregados, quando estão solitários ou entediados, ou comem quando estão com raiva.

É possível que você também se acalme com a comida porque não gosta de se sentir aflito ou entediado.
A comida pode, de fato, ser uma distração eficaz - temporariamente. Mas comer não resolve o problema original que o levou a se afligir.

Na realidade, comer por motivos emocionais cria um outro problema: você se sente mal porque saiu da dieta.


COMO SE ACALMAR


Não há nada de errado em ter emoções negativas.
É apenas a maneira que a natureza tem de nos dizer que estamos tendo um problema.
Você pensa que não consegue tolerar emoções negativas? Pois consegue!
É claro que você não gosta de se sentir chateado. Mas emoções negativas não são perigosas.
Nada de mal vai acontecer. Você não vai se destruir.
Com o passar do tempo, as emoções negativas - à exemplo dos desejos por comida - vão diminuir sozinhas. Você não precisa comer. Uma emoção negativa não é uma emergência.
A comida pode ser uma distração eficaz - temporariamente.
Mas comer não resolve os problemas que originaram suas preocupações.
Emoções negativas são desconfortáveis, mas existem estratégias cognitivo-comportamentais que você pode aprender para se sentir melhor.
Normalmente, a melhor maneira de diminuir suas angustias é responder aos pensamentos negativos e resolver o problema associado ao seu sofrimento emocional.
Amanhã vou lhe ensinar a fazer isto. Mas, algumas vezes é difícil ir diretamente à solução do problema (e pode haver problemas que estejam fora de seu controle), principalmente se você está acostumado a procurar comer quando está chateado. Você pode precisar diminuir sua preocupação primeiro, de maneiras não relacionadas à comida.
Felizmente, você já desenvolveu muitas habilidades que serão utilizadas para lidar com os motivos emocionais de comer. Você utilizará as mesmas técnicas aprendidas no dia 12 para tolerar sensações desagradáveis da fome, do desejo de comer e para diminuir a urgência por comer.
Leia para descobrir como fazer isso.

Utilizando Técnicas de Programação Mental
Aplique as mesmas técnicas cognitivas já aprendidas para combater a alimentação pelo emocional.
  • Classifique o que você está sentindo. Diga para si mesmo: “Estou apenas chateado. Não estou com fome”.
  • Fique Firme. Diga a si mesmo que definitivamente não vai comer só porque está se sentindo angustiado. Lembre-se de não fortalecer seu músculo de desistência e de não enfraquecer seu músculo de resistência, saindo do seu planejamento alimentar. Pense que comer neste momento só irá minar sua autoconfiança na capacidade de aderir à dieta.
  • Não se permita escolher. Quando você disser para si mesmo, com convicção: “NÃO TENHO ESCOLHA. Eu, definitivamente, não vou comer”, a luta irá acabar. Mas a luta irá continuar se você vacilar e disser a si mesmo: “Eu odeio me sentir assim. Não sei se suporto ficar sem comer”.
  • Imagine o resultado de ceder. Visualize-se comendo. Quanto tempo dura o prazer de comer? Agora imagine o restante do cenário... Quantas vezes na sua vida (dúzias? centenas? mais do que isso?) você prometeu a si mesmo que não iria interromper a dieta? Imagine-se ficando cada vez mais infeliz, desanimado, e decepcionado consigo mesmo. Veja como você está se sentindo mal por ter cedido. Pare por um momento. Agora que viu todo o cenário, o que lhe parece melhor: comer ou não comer?
  • Leia seu Cartão de Enfrentamento das Vantagens. Reveja todas as razões pelas quais quer emagrecer. Você ainda quer alcançar todos esses benefícios? Eles continuam importantes? Vale à pena fortalecer seu músculo de desistência comendo neste momento? Você precisa lidar com suas angústias de maneiras não relacionadas à comida se quiser sustentar em definitivo o seu emagrecimento. O mais importante é lembrar que você não vai conseguir sustentar o que emagreceu se continuar a comer por razões emocionais. Comece a aprender diferentes maneiras de lidar com a angústia para não voltar a comer em busca de conforto.
Utilizando técnicas comportamentais
Faça alguma coisa para diminuir seu desconforto quando estiver chateado.
  •  Distraia-se. Quando você está chateado, assistir a TV ou ler pode não ser a melhor opção de distração. Dê uma olhada no Cartão de Atividades para Distração, no Dia 13, para escolher algumas.
  • Beba algo suave que não contenha calorias ou que contenha poucas calorias. Considere fazer uma xícara de chá. Sente-se e beba vagarosamente.
  • Relaxe. Ouça um áudio que ensine técnicas de relaxamento, como o relaxamento muscular progressivo, imagens guiadas ou respiração controlada. Ou opte pela respiração lenta e superficial descrita no Dia 13.
Você se alimenta por motivos emocionais?
Comer emocionalmente envolve a vontade de se distrair de um sentimento desagradável.
Quando perceber que está comendo por qualquer motivo que não seja fome, pergunte-se:
“Como eu estava me sentindo emocionalmente?”
... Estava me sentindo triste, solitário, preocupado, envergonhado, frustrado, com raiva ou culpado?
... Estava me sentindo acabado, perturbado, entediado?
... Estava tentando evitar fazer alguma coisa que não quero fazer?

Quanto mais você pratica técnicas cognitivas e comportamentais, melhor você lidará com elas.
No início, você vai estar apto para aplicar essas técnicas quando o nível das emoções negativas for leve ou moderado. Conforme você for ficando mais proficiente, será capaz de utilizá-las também para as emoções mais intensas.
Aplique muitas dessas técnicas assim que começar a se sentir chateado.
Quando se acalmar, trabalhe no sentido de resolver os problemas que deram origem às emoções negativas. (Eu irei abordar isto amanhã). Em vez de dizer a si mesmo: “Se eu me sentir chateado, vou lidar com isso comendo”, diga: “Se eu ficar chateado, vou tentar resolver o problema. Se eu não conseguir me focar na resolução do problema, vou usar minhas ferramentas cognitivas e comportamentais antes de qualquer coisa”. 

A DIETA QUE FUNCIONA

segunda-feira, 10 de agosto de 2015






Faz tempo que amo ler o blog: Inventário e amo e me inspira, e me traz muita paz e verdade!
Me apaixonei por um texto que a autora escreveu e super indico pra gente inteligente!.

Com todo o respeito e com os devidos créditos à autora, copio e colo o texto

                   A DIETA QUE FUNCIONA

ler e pensar :

                 Paleo, Proteína, Dukan. Vigilantes do peso, Dieta dos pontos, Dieta crua. Dieta do PH, reeducação alimentar. Quer saber a dieta que realmente funciona? Não é aquela mais restritiva, nem aquela mais liberal. Não é aquela que te dá um dia de lixo, muito menos aquela que restringe o que você come depois de tal horas. O segredo da dieta não está na alimentação e muito menos no estômago. A dieta que funciona começa no seu cérebro.
A regra é clara: o que você pensa determina o que você sente que determina como você age. Se quer mudar os seus hábitos, não adianta nada mudar apenas a sua geladeira. Se quer mudar a balança, não adianta nada mudar apenas a dieta. É preciso emagrecer o cérebro primeiro pra depois emagrecer todo o resto. E isso, claro, não é tarefa das mais fáceis.
Muita gente começa empolgado uma nova dieta, tem resultados bacanas no começo, mas depois desanima e acaba engordando mais do que emagreceu. Sem contar aqueles que mal começam e chutam o balde. Falta força de vontade? Falta disciplina? Pode até ser, mas isso, acredite, não é a causa do insucesso. O problema todo está mesmo na programação da cabeça.
Por isso terapia, grupos de apoio, literatura adequada e tudo mais são tão importantes. Emagrecer não é algo apenas de corpo. É algo que precisa acontecer nos pensamentos e nas emoções. É preciso ir além da gordura física. É preciso atacar a gordura mental e a gordura emocional. É preciso trabalhar o que não se vê pra atingir o que é mais evidente.
Esse é um trabalho árduo e que exige muita energia. Porque anos pensando em comida, anos descontando no chocolate as frustrações da vida não mudam de uma hora pra outra. Mas mudam. É possível desde que a gente entenda que é necessário, se empenhe em fazer e não espere mágica. Porque toda mudança de verdade leva tempo e requer eforço e dedicação.
No meio do caminho algumas pedras aparecem. O retrocesso chega. Você pisa na bola com você mesmo. Mas ao invés de desistir, siga em frente. Recomponha-se, perdoe-se, respeite-se. E continue caminhando. Porque por mais que os passos pareçam pequenos, toda mudança de mente é um grande avanço que acontece dentro da gente!

RENATA CABRAL

Doces viciam como cocaína

segunda-feira, 6 de julho de 2015


Para quem é viciado em doces, olha aí uma notícia bombombástica, precisamos criar uma divisão na polícia para cuidar desta situação: O vício em doces. Deixando a brincadeira de lado, vamos a notícia:
A obsessão por gordura funciona quimicamente como o vício em cocaína, é o que conclui um estudo feito pelo Scripps Research Institute, no estado da Florida. A pesquisa, levada a cabo com ratos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se à medida que o consumo de doces e fritos vai aumentando.
Estas zonas do cérebro atrofiam e deixam de responder aos estímulos, fazendo com que os ratos comessem cada vez mais, tornando-se obesos. O teste foi repetido com doses de heroína e cocaína. Os ratos responderam exactamente da mesma forma.
Obesidade
O resultado dos testes levou o cientista Paul Kenny, coordenador do estudo que demorou três anos, a garantir que uma dieta com alimentos gordurosos tem elementos viciantes: “No estudo, os animais perderam o controlo dos seus hábitos de alimentação, o primeiro sinal de vício. Foram comendo e comendo, mesmo quando já sabiam que iam levar choques eléctricos. Isto prova o quão estimulados estavam para comer”.
A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como salsichas, bacon e cheesecakes. Os animais engordaram de imediato. Paul Kenny acrescenta que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, os ratos rejeitaram-nos. Alguns preferiram nem se alimentar.
Prazer
Depois de analisadas as conclusões da pesquisa com os ratos, Kenny e a sua equipa partiram em busca dos mecanismos do corpo que provocam o vício.
Descobriram que o receptor D2, um neurotransmissor associado à percepção de prazer – estimulado por comida, sexo ou drogas – responde à dopamina.
Quando há excesso no consumo de drogas como a cocaína, por exemplo, a dopamina circula livremente pelo cérebro, aumentando a sensação de prazer. Um processo que ocorre de forma semelhante quando se fazem dietas gordurosas.
E para terminar, só um recado, tudo que é demais não é legal, todo cuidado com a saúde é pouco, então devemos controlar nossos vícios.

Para se libertar dos vícios

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Para se libertar dos vícios

Para se libertar dos vícios universe naturalÉ comum não querermos aceitar certos aspectos de nós mesmos. Isso leva ao abuso de álcool, cigarros, drogas, comida etc. É uma forma de nos castigarmos por não sermos perfeitos. Mas… perfeitos para quem? De quem são as exigências e expectativas que continuamos tentando atender? Proponha-se a deixar ir embora de sua vida as exigências e os padrões de outras pessoas. Sendo apenas você mesmo, descobrirá que é maravilhoso, exatamente como é neste instante.
Uma das formas primárias de mascarar nossos medos é por meio dos vícios. Os vícios suprimem as emoções para que não sintamos. Entretanto, existem muitos tipos de vícios além dos vícios químicos. Existe o que chamo de vício padrão – padrões de comportamento que adotamos para evitar estarmos presentes em nossas vidas. Se não queremos lidar com o que se encontra a nossa frente ou não queremos estar onde estamos, possuímos um padrão que nos mantém fora do contato com nossas vidas. Para algumas pessoas, é um vício em comida ou químico. Existe uma predisposição genética para o alcoolismo; entretanto, a escolha de ficar doente é sempre individual. Frequentemente quando dizemos que algo é hereditário, na verdade é a manifestação da aceitação, por parte da criança, da forma como os pais lidam com o medo.
Para outros existem vícios emocionais. Você pode ser viciado em encontrar defeitos nas pessoas. Não importa o que aconteça, sempre encontra alguém para culpar. É culpa deles. Foram eles que fizeram isso para mim.
Talvez esteja viciado em empilhar contas. Existem muitos de nós viciados em contrair dívidas; fazem tudo para manter a si mesmo endividados, o que não parece estar relacionado com quantidade de dinheiro que possuem.
Você pode ser viciado em rejeição. Em todos os lugares que vai só atrai pessoas que o rejeitam.  Entretanto a rejeição exterior é um reflexo da própria rejeição. Se você não rejeita a si próprio, ninguém mais vai rejeitá-lo.
Existem pessoas viciadas em doença. Sempre estão doentes ou preocupado com doença.
Se você vai se viciar em alguma coisa, por que não se viciar em amar a si mesmo? Pode se tornar viciado em fazer afirmações positivas ou a fazer algo que apoie você. Os vícios acontecem porque não sabemos como amar a nós mesmos. Temos medo de explorar  a nós próprios; em vez disso usamos o vício para fugir da  nossa autodescoberta.
Se podemos mudar o que pensamos a respeito de nós mesmos, podemos parar de fugir, apender a nos amar e descobrir nosso poder interior.
Afirmações para abandonar vícios
Vejo qualquer padrão de resistência em meu interior apenas como algo especial a libertar.
Sou amado, nutrido e apoiado pela vida em si.
Estou fazendo o melhor que posso.
Casa dia fica mais fácil.
Desejo me libertar da necessidade de meus vícios
Vou além de meus vícios e me liberto.
Aprovo a mim mesmo e a maneira como estou mudando.
Sou mais forte do que meus vícios.
Agora descubro como sou maravilhoso.
Escolho amar e apreciar a mim mesmo.
É seguro para mim estar vivo.

Louise L. Hay
fonte:https://universonatural.wordpress.com/2013/07/12/para-se-libertar-dos-vicios/
 

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